
"Hello,
fonts for personal use more info: billyargel@gmail.com

"Hi Billy, I love this font, Body Hunter. What would you charge me to buy this for use in my artwork? I am wanting to sell custom designs for various projects and want to be sure I have the rights to use it and give you proper payment for this. Thanks so much!"
Dear Billy,
Billy Argel é uma sintaxe da cultura urbana: foi um dos primeiros artistas a valorizar o skate em terras brasílis, assumiu a guitarra na banda Lobotomia, e hoje é considerado um expoente da street art.
VOID: Você é tido como precussor e consolidador da cultura do skate no Brasil nos anos 80. Como você vê o rumo que esta cultura tomou no país?
Billy Argel: No final dos anos 70 o skate não era nem underground. Nos 80, o skate passou por uma transformação de “brinquedo” para algo melhorado, algo mais profissional. Nos 90 teve a peneira, em que as empresas que visavam lucro sumiram, outras surgiram e se foram como um sonho, e algumas estão aí até hoje. Assisti a essas transformações, e vejo que hoje a abundância de bens de consumo e a velocidade com que rola a informação fizeram com que a maioria das coisas ficasse sem alma. Hoje é tudo muito raso, falta formação. Mas o skate é uma realidade, e hoje é uma poderosa ferramenta de inclusão social. É inegável que a indústria e patrocinadores têm seu papel positivo nisso.
VOID: Qual é a diferença entre fazer a arte pela grana, e a arte por tesão?
Billy Argel: Para responder isso, teríamos que saber o que é arte atualmente. Desenho de beira de caderno e muro de colégio é arte? Conheço desenhistas que estão mais pra Ziraldo que para Picasso, e tão aí no mainstream como artistas, e ganhando grana. Para fazer grana tem de ser simpático e bom de papo; para fazer arte tem de ser obsessivo, compulsivo e ter talento. Artista fica milionário, depois que morre, e são raras as exceções. Tem mais artistas de verdade no Embú do que nas galerias. Dependendo do lugar onde você vê a arte, ela vira artesanato ou obra-prima. O conceito de arte está muito banalizado ultimamente. Artista muitas vezes sofre pra caralho, pois o que importa pra ele é a arte. No meu caso, me adapto entre o comercial e o artístico, aí é por lazer.
VOID: Quais são as suas principais influências, e quais nomes você citaria hoje como artistas que se destacam na cultura do skate? Por quê?
Billy Argel: Walter Lantz, Walt Disney, Negreiros, Crumb, e a maioria dos artistas da contracultura. Pintores como Van Gogh e Bosch. Falar do skate hoje é complicado, tá uma lambança dos diabos. Skate virou bola, manja? Faz parte do kit de final de semana, entende? Tem arte em bola e bicicleta? No skate tem de Basquiat a vetores, uma salada pra atender o mercado. Mas se for falar de arte tem muito artista bom. Seria injusto citar uns e me esquecer de outros. São muitos, muitos mesmo.
VOID: Qual foi o trabalho mais louco, com mais repercussão, ou o que foi mais difícil que tu fez?
Billy Argel: O mais louco foi largar os pincéis lá na agência e aceitar o incerto como meta, desenhar para skate nos anos 80, fazer o que quisesse e ainda ganhar grana com isso. Foi loco! Bom demais! O de maior repercussão foi a Transfer, entrar como anônimo no Santander Cultural, em Porto Alegre, e ver tudo aquilo acontecendo. Um dos melhores dias da minha vida, ver que tudo que fiz valeu a pena e gerou alguns bons frutos.O mais difícil são as pequenas escolhas e nas relações interpessoais. Desenhar é diversão, é o tesão da jornada. http://www.avoid.com.br/magazine
Brastemp custom fridge for lucas, lelê macedo son.Além de toparem o desafio e ganharem uma Inverse, cada um recebeu a visita de um artista, que conversou com eles e estudou seus lifestyles para transformar suas geladerias antigas em obras de arte. A curadoria ficou a cargo da Möve, que trouxe grandes nomes da cena cultural brasileira: Billy Argel, Estúdio Deveras, Luísa Ritter, Emerson Pingarilho, Geraldo Tavares, Yan Sorgi – Sebográficos, Ana Helena Tokutake, Wagner Pinto, Fernando Chamarelli e Fernanda Guedes.
Alexandre Inagaki / interney.net/blogs/inagaki
Ricardo Cobra / homemnacozinha.com
Chris Campos / casadachris.uol.com.br/blog
Marcelo Costa / screamyell.com.br/blog
Gabriel Pires e Marcos Gomes / nerdbunker.com.br/blog
Samantha Shiraishi / samshiraishi.com
Cláudia Midori / aventurasgastronomicas.com.br
Leonor Macedo / revistatpm.uol.com.br/blogs/eneaotil
Anita Cavagnoli / objetosdedesejo.com

custom deck by billy argel for reboard documentary, soundtrack by lobotomia (last album extinção, with billy argel on guitars)





boardshort sepultura / billabong designed & developed by billy argel Billabong summer collection 2010

miniramp @ roger mancha's house.
numbers, symbols, euro characteres, accents & commercial licenses available! contact billyargel@gmail.com


always happy
billy 70's prisma decks
fera argel
REBOARD FONT
2007 at oca museum
reboard skate-art deck & research



lobotomia (only dead people do not complain) patches for the European tour 2009





I CUSTOM HELMET ART SHOW


Starting with GIMP version 2.0, font rendering is handled significantly different from the way it was done in GIMP 1.0 and 1.2. GIMP no longer uses the X server to render the fonts. Instead it uses Pango and the FreeType library. Font configuration is handled by a small library called Fontconfig. As a result you get much better font rendering with real antialiasing, support for bidirectional text and various scripts.
GIMP 2.x handles a variety of font formats, most notably TrueType, OpenType and Type1. It should be emphasized that it does not use the X server or any X font server, so don't be surprised if GIMP doesn't see the fonts you configured in your X11 setup.
GIMP uses Fontconfig to handle fonts, so setting up fonts for GIMP 2.x is merely a job of setting up Fontconfig. But GIMP is not the only application that uses Fontconfig. Recent desktops such as GNOME use it as well, so there's a good chance that everything is properly setup already and fonts will just work for you. If they don't, you will have to create or edit your font configuration file as explained in the Fontconfig User Manual.
As soon as Fontconfig is properly setup, adding fonts is just a matter of placing them into a directory that is searched by Fontconfig. Have a look at /etc/fonts/fonts.conf (and perhaps /etc/fonts/local.conf) to find out what directories are searched. After copying the fonts there, you should run fc-cache to regenerate the fonts cache. Fonts added this way will be available to all applications using Fontconfig.
You might want to install fonts for use with GIMP only or you might not have permissions to install fonts system-wide. To make this possible, GIMP 2.x also looks for fonts in the GIMP specific font search path that can be configured in your gimprc or from the Preferences Dialog. So, in order to install fonts to be used with GIMP, you can just copy them to ~/.gimp-2.6/fonts, press the Refresh button in the Fonts dialog and start using them.
There have been reports of crashes at startup when GIMP scans your font directories. These crashes should go away as soon as you update to a newer version of fontconfig (>= 2.2.0). As a quick workaround you can start gimp with the --no-fonts command-line option but of course you will not be able to use the text tool then.


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IRON CUTTED - GOD SOUL
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... The Santander Cultural Center in Porto Alegre, Brasil was taken over this summer by some of Brasil’s sickest talent as well as some Beautiful Losers from the north. The Transfer show may just have been a landmark show in the country. It brought together so many talents from different but related artistic backgrounds including Herbert Baglione, Bruno 9li, Billy Argel, Calma, Nunca, Titi Freak, Nina and so many more...




